Qual a relação entre gestão de negócios, embalagem e ponto de venda?

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Quem nunca comprou um produto apenas pela embalagem? Provavelmente todos nós já fizemos isso. Esse comportamento demonstra o quão importante a embalagem é na formação do conceito de um item. Ela é, hoje, um recurso estratégico fundamental de competitividade.

Por esse motivo, seu desenvolvimento tem sido, cada vez mais, incluído no plano estratégico de gestão das companhias. Afinal, além de ser uma ferramenta de marketing, pode ser usada como veículo de comunicação no ponto de venda (PDV), componente importante do branding e outros.

Neste post, falamos sobre como gestão de negócios, embalagem e ponto de venda se relacionam entre si. Boa leitura!

Competitividade

No segmento de consumo, a embalagem é fundamental para garantir competitividade às empresas. Afinal, é ela que faz a entrega do produto ao consumidor. E ele, em geral, considera a embalagem e seu conteúdo como um produto único — e isso é bastante relevante no processo de escolha.

A embalagem acaba sendo crucial na inovação, já que atualizar um produto é difícil, caro e demorado. Uma embalagem renovada, por sua vez, permite novas ações de marketing geralmente sem aumentar o custo da mercadoria.

Para que esse processo seja bem-sucedido, porém, é preciso reunir informações que ajudem o designer com os parâmetros necessários para que a embalagem represente os anseios do consumidor. É essencial, portanto, estudar a concorrência no PDV.

Experiência sensorial

Apesar de toda a movimentação no comércio eletrônico, as lojas físicas estão mais vivas do que nunca. O PDV deve, porém, incorporar boa parte do que faz sucesso nos endereços virtuais para que as compras sejam mais fáceis e, assim, as vendas aumentem.

É no PDV que o cliente encontra outros consumidores, troca impressões ao vivo — diferentemente do que ocorre quando compra online — e tem contato físico com a embalagem. Essa experiência sensorial pode fazer toda a diferença na sua jornada de consumidor.

Nesse contato, ele percebe a geração de valor oferecida pelo fabricante: um produto exposto em um PDV se destaca por sua embalagem, especialmente se ela tiver sido elaborada com cuidado, com base em um planejamento e uma gestão estratégicos. Os itens comprados online, ao contrário, são escolhidos pelo conteúdo.

Comportamento do consumidor

É difícil, no entanto, desenvolver um projeto de embalagem que seja adequado a todos os PDVs. Por isso, é importante que o comportamento de compra do consumidor seja considerado no processo. Vale, ainda, avaliar seus momentos de compra: consumo imediato, conveniência, reposição, lazer, socialização e outros.

Isso porque, mesmo que os produtos não mudem, situações diversas exigem soluções de PDV distintas. Nesse cenário, as embalagens são decisivas na construção das soluções — que devem facilitar a vida do consumidor no momento de decisão de compra.

Assim, um mesmo produto deve ter uma embalagem para venda com foco em economia e outra quando o foco for em serviços. Afinal, o cliente que está buscando economizar, pensa em comprar em quantidades maiores e, por isso, não liga muito para a embalagem. Já no outro extremo, é a embalagem que agrega valor à experiência.

Com todas essas variáveis envolvidas, é importante que a criação da embalagem seja avaliada desde o início do processo de concepção do produto. A gestão de negócios deve estar ciente de que embalagem e ponto de venda são essenciais no processo de fazer a mercadoria se destacar.

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