Como calcular o custo-benefício da embalagem flexível

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Antes de iniciar um projeto, é importante avaliar se ele é capaz corresponder às expectativas da companhia e trazer retornos relevantes a ela. Para evitar prejuízos, a organização precisa mensurar o custo-benefício da ação — ou seja, comparar o valor a ser gasto com a atividade e o que ela pode trazer de resultado.

Essa avaliação é feita em etapas a partir de aspectos diferentes. Entre os fatores mais relevantes estão o tipo de investimento que se pretende fazer, o montante a ser empregado no projeto e como tudo isso afeta a empresa. Além disso, os pontos positivos e os negativos devem ser levados em consideração.

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Qual a importância de analisar o custo-benefício da embalagem flexível?

O estudo do custo-benefício permite que a companhia tenha mais segurança ao fazer um investimento e saiba que ele lhe trará retorno positivo. Além disso, essa análise evita retrabalho. Então, quando faz um investimento, a empresa sabe que terá um resultado final satisfatório e que não vai perder tempo e dinheiro.

Por isso, a análise do custo-benefício é cada vez mais adotada pelas empresas, pois permite promover melhorias em todos os setores da organização. Para avaliá-lo, é preciso analisar vários aspectos, já que ele compara o preço e o custo amplo do projeto com os benefícios proporcionados por ele.

Assim, a relação custo-benefício pode trazer vantagens competitivas importantes para os negócios. Afinal, é a partir dessa avaliação que a companhia sabe o quanto vale ou não a pena investir em um determinado projeto — nesse caso, o uso de embalagem flexível.

A análise do custo-benefício avalia, com base no preço de compra, a característica do produto, a estrutura utilizada e o rendimento. Quando se fala no conceito da embalagem, é comum que as empresas utilizem estruturas subdimensionadas.

Ou seja, elas poderiam utilizar opções com menor massa ou com outro tipo de estrutura para a mesma aplicação. Quando há assistência técnica, é preciso fazer uma análise de todo o processo: qual produto é envasado, quantas prateleiras serão dedicadas a ele, qual é a característica do polímero e se a estrutura não está subestimada.

Por exemplo, se forem envasados 200g de um produto em um filme com estrutura de massa de 80 micras de espessura, a relação de massa utilizada para a carga necessária é muito alta. Nesse cenário, a organização acaba por pagar mais caro pelo custo final de embalagem.

Quais são as formas de calculá-lo?

Existem várias formas de calcular o custo-benefício. Uma delas é fazer o cálculo do rendimento por quilo de produto produzido — ou seja, quantas peças é possível produzir com cada quilo de embalagem — e relacionar a resistência mecânica da estrutura com o peso (em gramas) de produto envasado.

Muitas empresas compram pelo preço. Por exemplo, a companhia vai usar uma embalagem de biscoito que tem preço médio de mercado de R$ 20 por quilo. No fornecedor A, o material custa R$ 23, no B, o material sai por R$ 19, e no C, o preço é R$ 18.

A depender do contexto, pode ser que o fornecedor C tenha o custo final de produto mais caro do que o A. Por isso, é essencial fazer o cálculo completo do custo-benefício e lembrar que o mais importante é o custo unitário de produto envasado, não o do quilo de embalagem.

Outro exemplo interessante é o papel higiênico. Se há um pacote com quatro rolos de 30m que custa R$ 5 e outro com quatro rolos de 40m cujo preço é R$ 5,80, a diferença de R$ 0,80 traz 40m a mais. Então, no primeiro caso, 30m custam R$ 1,25, enquanto, no segundo, pagam-se R$ 1,45 e levam-se 10m a mais.

Essa é a equivalência que se deve calcular para analisar a relação custo-benefício. Por isso, é preciso fazer uma pergunta muito importante: essa quantidade de massa é necessária para a natureza do produto? Se a resposta for sim, é recomendável seguir pelo rendimento da estrutura que se vai comprar.

Quais variáveis afetam o cálculo do custo-benefício?

Quando se considera apenas o preço, é difícil avaliar adequadamente o custo-benefício de um item. Outras variáveis devem ser consideradas nesse processo. São elas:

  • estrutura de massa (peso e espessura);

  • preço de aquisição;

  • características do produto;

  • peso a ser envasado.

Ou seja, é necessário ter informações sobre essas quatro variáveis para que seja possível calcular o custo-benefício da embalagem adquirida de forma adequada.

O que fazer quando o custo-benefício não é adequado?

Nesse caso, é necessário identificar qual variável está fora do padrão e, a partir disso, redimensionar a embalagem para ter a relação correta. Então, a empresa deve analisar as características do produto a ser embalado. Se for salgadinho, por exemplo, é preciso que haja barreira de luz e barreira de vapor de umidade.

Uma vez que essa estrutura já tenha sido comprada e aprovada pela engenharia, ela não pode sofrer modificações. Por outro lado, se um produto que não necessite dessas barreiras for envasado com essa mesma estrutura, a organização vai pagar muito caro sem precisar dela.

Então, a primeira pergunta a ser feita é se a estrutura está adequada. Depois, deve-se observar a qualidade de massa. Se a estrutura estiver correta, mas a massa de resistência mecânica para envasar o produto estiver no limite, só existe uma variável: o peso. É preciso, nesse caso, procurar uma embalagem com melhor preço.

Quando tiver informações suficientes que possam servir como base para a tomada de decisão, a companhia vai saber se vale ou não a pena investir. Ou seja, essa avaliação do custo-benefício permite que a empresa encontre a alternativa que está mais de acordo com seu orçamento e, ao mesmo tempo, traz o melhor retorno para o negócio.

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