Conheça 5 regras de embalagem de alimentação animal

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Em 2014, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estabeleceu mudanças nas regras de embalagem e rotulação de produtos destinados à alimentação animal. A revisão foi feita visando conferir maior clareza às informações sobre os alimentos, não apenas nas embalagens, mas também em peças publicitárias.

Ainda hoje, alguns produtores têm dúvidas quanto aos novos critérios. Por isso, o artigo de hoje apresenta 5 regras para embalagens de produtos destinados à alimentação animal.

Você verá que, além de seguir as normas previstas em lei, é importante adotar práticas que garantam a qualidade dos produtos.

1. As embalagens não devem sugerir tratamento de doenças

A Instrução Normativa nº 39 (IN 39) substituiu trechos de duas instruções normativas anteriores (nº 22 e nº 30), determinando que o rótulo, a embalagem e a propaganda dos alimentos para animais não devem sugerir o tratamento ou a prevenção de doenças.

Ou seja, as embalagens dos produtos destinados à alimentação animal, inclusive aqueles vendidos a granel, não podem apresentar ilustrações, descrições ou slogans que tenham relação com propriedades medicamentosas ou imunológicas, informando apenas sobre as características nutricionais dos alimentos.

2. As embalagens devem informar sobre uso de aromatizantes

Outra novidade determinada pela IN 39 diz respeito ao esclarecimento quanto ao uso de aditivos aromatizantes ou palatabilizantes.

Assim, todos os alimentos que contenham substâncias para reforçar o seu sabor devem apresentar o termo “imagem meramente ilustrativa” em suas embalagens rótulos ou propagandas, quando houver imagens ou terminologias relacionadas à composição dos produtos.

As próximas orientações não fazem parte da regulamentação prevista em lei, mas são fundamentais para a competitividade das empresas de alimentação animal.

3. Propriedades das embalagens de alimentação animal

Além de seguir todas as normas previstas em lei, as embalagens dos produtos destinados à alimentação animal precisam preservar as características nutricionais dos alimentos, evitando, também, a sua deterioração.

Desse modo, as embalagens precisam apresentar certas propriedades de acordo com o tipo de alimento (úmido, semi-úmido ou seco) e com a sua durabilidade. Trata-se de atributos dos componentes usados na fabricação da embalagem, que formam barreiras para proteger os alimentos da ação da umidade, da luz e do oxigênio, além de impedir que o odor dos produtos atraia roedores e insetos.

Além de conservar a apresentação dos alimentos e proteger os seus nutrientes, a embalagem precisa ser resistente o suficiente para suportar todas as etapas da cadeia de distribuição dos produtos, permanecendo intacta desde a saída da fábrica até a chegada na casa do consumidor.

4. Embalagens como estratégia de marketing

Não é apenas a qualidade dos produtos que pode ser preservada pelas embalagens destinadas à alimentação animal. Com o uso de soluções criativas e atrativas, é possível fazer de cada embalagem uma ferramenta importante dentro da estratégia de marketing das empresas.

Com o planejamento correto e o uso de tecnologia avançada, é possível diferenciar-se da concorrência e conquistar o consumidor desde o primeiro contato com os produtos. Mas, para isso, contratar um fornecedor de qualidade é fundamental.

5. A importância dos fornecedores

Para garantir que as embalagens dos produtos destinados à alimentação animal cumpram todas as normas previstas em lei e preservem a qualidade dos alimentos durante toda a cadeia produtiva, é preciso contar com fornecedores que tenham pleno conhecimento das normas, além de excelência na fabricação de embalagens.

Considerando a evolução e a concorrência do mercado de alimentação animal, bem como o nível de exigência dos consumidores, contratar bons fornecedores tornou-se extremamente estratégico para os negócios, pois a embalagem de alimentos tem tanta importância quanto o produto em si.

O conhecimento das normas para rotulagem e embalagem de alimentos é fundamental para que os fabricantes não sejam submetidos às penalidades previstas em lei. Mas para vencer a concorrência do mercado, além de seguir as normas, é preciso garantir a qualidade das embalagens produzidas.

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